segunda-feira, dezembro 07, 2015

RELATOS DE UMA CACHEADA- ANNA JÚLIA

 
Boooa noite minhas divosaaas!
Estava extremamente empolgada para liberar esse post e espero que gostem tanto quanto eu ♥
Bom, pensando em expandir os assuntos do blog e atingir um público ainda maior o tema de hoje envolve diversos aspectos e está sendo muito abordado ultimamente...Nada mais é que a aceitação com os cachinhos, afinal, hoje em dia o tabu em relação aos cachos vem sendo superado e deixando muitas meninas livres, sim, livres para a aceitação! Pensando nisso, convidei uma amiga linda e totalmente cacheada pra falar um pouquinho da rotina dela com as madeixas e também pra nos contar como ela lidou/lida com os cabelos.
Bora lá? Vem comigo:
 
 Perguntinhas do blog para Anna Júlia Santos:
  • Ana, contra pra gente alguns dos produtinhos que você usa no cabelo?
  • Hoje em dia nós sabemos que ser cacheada está totalmente em alta, mas já teve algum momento que você sentiu medo de assumir os fios?
  • O que você considera primordial pra mantar o cabelo sempre glamouroso?
  • Na sua infância, como era sua aceitação com os cachinhos?
  • Quando alguém lhe diz algo aparentemente pra ofender ou criticar seu cabelo, como você reage?  Para as meninas que querem deixar a progressiva de lado ou qualquer outra
  • Pra finalizar, cite uma frase ou um conselho que te faz sempre forte acaso alguém te coloque pra baixo em relação ao seu cabelo.
Respostas da Anna:
 
  •  Sou simplesmente apaixonada pela Linha Natura Plant! Meu cabelo se adaptou quase que perfeitamente com o shampoo e o condicionador “Hidratação Reparadora”. Além desses, uso também, a cada 15 dias, o shampoo “Limpeza Profunda”, que se trata de um anti-resíduos, também da Linha Natura Plant . Quanto ao creme de pentear, há três anos uso o “Natu Hair”, e super indico às cacheadas!
 
  •  Com toda certeza já! Pense numa menina que tinha apenas amigas com o cabelo liso, e que naturalmente, não queria ser diferente. O primeiro preconceito vinha de mim mesma, que morria de vergonha de usar o cabelo solto, era sempre trança, coque, rabo de cavalo... Esse processo de não aceitação durou até os meus 12, 13 anos. Foi aí que em 2013, eu conheci os vídeos da blogueira e vlogueira Rayza Nicácio, que até hoje é minha maior fonte de representatividade.
 
  •  Muita paciência! Rs. É preciso uma dose bem grande de disposição, no meu caso principalmente, pois tenho uma quantidade impressionante de cabelo. Dedico cerca de duas horas, desde o banho até a finalização com o creme de pentear.
 
  •  Bem, eu me vi obrigada a lidar com o bullying desde a creche. As crianças não se importam muito se o que elas dizem podem magoar ou não. E por mais que eu tentasse não me intimidar, foi horrível me sentir diferente. Comentários maldosos do tipo “cabelo de bombril”, abalam o psicológico de uma criança, muito mais do que imaginam. Durante anos, tudo o que eu queria era alisar meu cabelo... Graças a Deus minha mãe não deixou! Rs
 
  •  Num primeiro instante, eu dou muita risada. Sinceramente, já cheguei num ponto em que olhares tortos e insultos ignorantes, me divertem. Mas se isso passa a ser algo contínuo, eu trato logo de me manifestar, e por a pessoa em seu devido lugar! Gostar ou não do meu cabelo, está no direito de cada um. Me respeitar, está no dever.
 
  • Tenham sempre alguém como referência, seja uma figura pública, ou um familiar. De preferência, alguém que tenha passado pelos mesmos desafios que você, e superou todos eles. Num momento de baixa auto estima, lembre-se dessa pessoa, e pense “Se ela passou por isso, eu também consigo”. O mais importante é se sentir amparada, ter em quem se apoiar, e claro: respirar fundo e ignorar cada ataque verbal!
 
  • “Vocês riem de mim por eu ser diferente, e eu rio de vocês por serem todos iguais”-Bob Marley.
 
 

Bom Amores, esse foi o bate-papo com a linda e simpática Anna Júlia Santos! Anna, gostaria de te agradecer por compartilhar um pouquinho da sua experiência com a gente ♥
Um big beijo!

2 comentários:

  1. Fico feliz em ver essa nova geração tendo referências para se amar como é... é realmente demora pra cuidar desse cabelo... kkkkk

    ResponderExcluir
  2. Fico feliz em ver essa nova geração tendo referências para se amar como é... é realmente demora pra cuidar desse cabelo... kkkkk

    ResponderExcluir