quarta-feira, fevereiro 12, 2014

SOBRE A PEQUENITUDE.

Hoje eu acordei, abri meus olhos e logo avistei o reflexo do sol que atravessa a janela.Levantei-me e tudo que eu deseja e queria era escrever, até agora estou tentando lhe dizer algo, mas ao menos cumpri meu desejo.
Bom, voltando ao amanhecer...Levantei-me, passei por todo aquele velho procedimento entre acordar e sentar a mesa para o café, logo as horas passaram e eu precisava me arrumar para o colégio.Saindo de casa percebi que o sol já não estava tão fraco, ele estava radiante fazendo seu dever de sol, sabe cheguei sentir por ele, lá no fundo eu sabia que aquela luz "amarela" só queria deixar nosso dia mais bonito, queria refletir no nosso sorriso e nos fazer radiante, o sol que produzia o calor nem sabia como os humanos já os desprezavam.Saindo de casa olhei para as árvores ao meu redor, o verde que contrastava com o asfalto, lá em cima um céu azul claro e um ponto, ou melhor um algo radiante que brilhava muito.Olhei por tudo por um instante me senti pequena, e posso lhe dizer que não era uma pequenitude relacionada aos números matemáticos que apontavam minha altura, me sentia menor do que talvez sou, a natureza roubava a cena, o mundo me deixava pequena. Eu nunca tive medo do mundo, nunca tive medo da rua, o escuro não me amedrontava nem o sol me aterrorizava, mas as circunstâncias me deixam com medo.Não era o mundo era o que tinha dentro dele, não era a rua era o perigo dela, não era o escuro,mas o que ele poderia conter.
Parar e imaginar o tamanho do mundo fugindo dos números matemáticos é como ter a inocência de achar que chegaremos ao céu com escada. Só hoje me vi pequena nesse universo, de verdade sei que sou grande, quando digo grande quero lhe dizer que tudo que nós humanos temos de capacidade nos faz grande.Ao sair lá fora me senti intimidada pelo tamanho das árvores e como elas me faziam imperceptível, mas só aí percebi que no fundo ela se sente intimidada por nós que podemos deixa-lá invisível.
Já tive receio da formiga pequena, e nem percebi o quanto ela era serena.É o mundo nos intimida, mas estamos dentro dele e isso intimida o universo.
A minha pequenitude só depende das minhas atitudes.

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